Marina Garcia e Pink Floyd

Boa tarde, colegas! Hoje vou dar espaço pra outra pessoa escrever um pouco!

Agora, no novo site, vou dividir o espaço com mais duas pessoas bem importantes pra mim, uma delas é a Marina Garcia. Eu, ela e mais uma pessoa que vocês vão conhecer em breve, estamos aprontando uma coisinha aqui que logo logo será divulgada, e resolvi meter elas aqui no meio dessa confusão chamada crispeterdigitalcolors.com pra vocês se familiarizarem um pouco com elas!

Conheço a Marina há muuuuiiitoooo tempo! Desde nossos 16 anos. No ano passado, ela pediu que eu ensinasse ela a mexer no photoshop para colorir. Depois de algumas aulas ela virou tão craque e amou tanto que acabei chamando ela pra fazer flats (cor base) pra mim uns meses depois! E desde então ela tem sido meu braço direito!

A coluna dela será bem livre. Disse que poderiam falar do que quisessem desde que tivesse a ver com arte e entretenimento. Então aí, vai, com vocês, o primeiro post da Marina!

beijos

Cris

 

Buenas pessoal. Meu nome é Marina Garcia e além de trabalhar com colorização digital (sou flatter, não colorista, ok?) sou vocalista de blues e rock ‘n’ roll há mais de 15 anos. Daí “me deu na veneta” unir minhas duas profissões e brincar um pouco de colunista.

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Essa será uma coluna quinzenal onde trarei informações e curiosidades sobre o meio musical, desde nomes de bandas/músicas/discos relacionados a cores, até “bizarrices coloridas” do mundo da música (?!).

Então, “sem mais delongas” (expressão gaúcha que significa “sem mais demora”) vou inaugurar essa coluna com os meus mestres do rock progressivo: PINK FLOYD!

O grupo inglês formado em 1964 por Roger Waters, Richard Wright e Nick Mason, todos alunos do curso de arquitetura da Universidade de Cambridge, com o nome de Sigma 6, fazia um som meio indefinido que variava do rock ao folk. A banda teve outros nomes como Abdabs e T-Sets sendo este último mudado para “Pink Floyd Sound” (o nome foi uma homenagem aos músicos de blues Pink Anderson e Floyd Council) sugerido por Syd Barret que integrou a banda como vocalista e compositor. Logo a banda passou a se chamar apenas “Pink Floyd”.

Em janeiro de 1968 o guitarrista David Gilmour completa a formação da banda e logo se torna o vocalista principal com a saída de Barret por envolvimento com drogas e problemas psicológicos. Waters se torna gradualmente o principal compositor do Pink Floyd.

Esta fase foi marcada pela produção de álbuns conceituais como The Dark Side Of The Moon (1973), Wish You Were Here (1975), Animals (1977) e The Wall (1979). Recomendo todos, dando menos ênfase talvez ao Animals (ironicamente o que tem minha capa preferida).

Após o álbum The Final Cut, em 1983, o grupo se separou. Em 1985, após uma ação judicial, Gilmour, Wright e Mason retomaram a banda com o nome oficial e seguiram gravando e se apresentando.

Em julho de 2005, pela primeira vez em 24 anos, o Pink Floyd se apresentou no concerto Live 8, em Londres, com sua formação mais clássica: David Gilmour no vocal e guitarra, Roger Waters no baixo, Richard Wright nos teclados e Nick Mason na bateria.

Em 2008, morre Richard Wright pondo fim ao sonho de um possível retorno da maior banda de rock progressivo que o mundo já ouviu.

Fiquem com os mestres e até a próxima postagem!

 

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